Oficina de Talentos
OS SEIS E OS SEUS MEDOS CAPITAIS
Todos nós temos emoções. As emoções básicas são: a alegria, o afeto, o medo, a raiva e a tristeza. Muitas pessoas foram programadas na infância para não descarregar as emoções. Qualquer emoção não descarregada volta-se contra o corpo. A pessoa que está com medo pode pedir ajuda. Não há realmente nada de mal nisso. Entretanto, todo menino foi educado para ser “homem”. Homem não tem medo, não foge, não pede socorro. Por isso, seu corpo paga um alto preço. Já notou que úlceras e enfartes são mais comuns entre homens do que entre mulheres? É simples: as mulheres podem chorar, correr, pedir socorro. Se um homem está desempregado, a sua situação moral é muito pior que a da mulher desempregada.
Vamos refletir aqui sobre o medo, que é a emoção derivada do instinto de sobrevivência. Quando o indivíduo percebe algo que o ameaça, sente medo. Para viver não basta ao ser humano ter casa, comida e roupa nova. Ele não pode viver isolado, precisa de outras pessoas, necessita de gostar delas e de saber que elas gostam dele. Precisa ter coisas, ser respeitado, admirado, influir, realizar. O medo humano deriva de muitas coisas diferentes e é muito mais complexo que o medo experimentado pelos animais.
O medo prejudica a saúde, é perceptível no tom de voz, na fisionomia e na expressão corporal de um indivíduo. Prejudica o seu desempenho no trabalho, as relações interpessoais, bloqueia o caminho do sucesso. As pessoas percebem o medo alheio e se afastam do medroso ou o perseguem. É comum o medroso pensar que não pode conseguir as coisas. Quem acha que não pode, realmente não conseguirá. Mas, quais são os seis medos básicos? As pessoas têm medo da pobreza, da velhice, da crítica, de perder o amor de alguém, da doença e da morte. Como já afirmei, o medo resulta de qualquer ameaça à sobrevivência. Sobrevivência do corpo ou da imagem.
Medo da pobreza. Todo animal tem o seu território onde se sente seguro. Se o território é invadido ele agride o invasor. O animal atua fisicamente. O homem não atua fisicamente. Procura dominar pelo poder econômico. O pobre não tem poder econômico. Vive ameaçado. Quem é pobre vê sua sobrevivência em perigo, pois não come, nem veste, nem mora adequadamente. Sua imagem é ameaçada porque não pode consumir produtos que dão imagem.
Medo da velhice. A velhice leva à morte, ao desconhecido. Traz perda da aparência, queda da vitalidade, diminui a capacidade de sobreviver. Pode levar à perda das posses antes da morte.
Medo da Crítica. O homem toma os bens do seu semelhante e se justifica criticando-o. Quem é criticado é “roubado” em alguma coisa: bens, prestígio, cargo, etc. As pessoas seguem a moda para não serem criticadas... Compram para evitar críticas. É comum que os pais, querendo bem educar os filhos, lhes façam muitas críticas. Nessa época o ser humano é indefeso, ainda está aprendendo e geralmente não tem como corrigir os seus erros. Sente-se pequeno, vulnerável, humilhado diante da crítica. Parece-lhe que os pais vão deixar de amá-los por causa dos seus erros. E, quando um adulto é criticado, sente-se mais ou menos como se sentia quando criança: muito mal.
Medo de perder o amor de alguém. Todos necessitam de raízes, estar ligados a outras pessoas. Receber atenção é uma necessidade vital. O bebê pode sentir-se insuficientemente amado. Grava uma sensação de perda, sente-se carente. Quando adulto, receará não ser amado ou perder um amor.
Medo da doença. Estar doente pode significar pobreza, enfraquecimento, perda da capacidade de ganhar a vida, perda de poder, da capacidade de ser amado. Doença pode levar à morte. Doença é consumir menos, diminuir a imagem. Por outro lado, algumas pessoas usam a doença para ter poder sobre outras. Quem não consegue amor pode obter piedade. A doença pode justificar fracassos e diminuir as críticas.
Medo da morte. Se nós fomos dotados do instinto de sobrevivência, é natural que não queiramos morrer. Junte a isso outros fatores como o medo do inferno, do desconhecido, de ficar sem as posses ou dos herdeiros malbaratarem o patrimônio.
Agora, pense em quais são os seus medos capitais. Pegue uma folha de papel e descreva-os resumidamente e dê, a cada um, uma nota. Pesquise a origem de cada medo, , relembrando a infância, a juventude. Precisa realmente continuar com esse medo? Pode diminuir ou acabar com ele? O que você deve fazer de concreto para eliminar essa desvantagem?
FERNANDO VOLPI - PRODUTOR DE EVENTOS MUSICAIS E DE MODA - BANCO DE TALENTOS
Postado 30/08/2010
FAIXA DE LANÇAMENTO DA CAMPANHA DE REVITALIZAÇÃO DO BAIRRO BIRINDIBA

CAPELINHA DE N.S. DE FÁTIMA
Faixa de lançamento da campanha de revitalização do Bairro Birindiba, da capelinha de n.s. de Fátima e da pracinha com a quadra esportiva. Essa campanha é uma idéia do produtor de eventos Fernando Volpi, acreditando interpretar a vontade dos moradores, sensibilizado diante do abandono do local. Alguns empresários já aderiram a esse movimento pacífico e solidário, como o Sr. Ériston, da BIKE SHOP, alguns moradores entusiastas como o magno e muitos outros que serão citados no decorrer do mutirão. Segundo Fernando Volpi, essa restauração é também uma homenagem póstuma ao empreendedor Paulo Augusto Castanheiro, já falecido, que instalalou naquele bairro uma fábrica de vassouras e sempre desejou para esta cidade melhores condições de vida. Quem comanda a fábrica atualmente é o filho, Sergio Castanheiro, também entusiasta da idéia de revitalizar a capelinha e o bairro.
Na outra foto se constata o estado lastimável em que se encontra a Capela de N. S. De Fátima. O objetivo dos moradores é promover em 13 de maio de 2011 uma grande festa da padroeira, no local pelo menos com a restauração já bem adiantada.
FERNANDO VOLPI - PRODUTOR DE EVENTOS MUSICAIS E DE MODA - BANCO DE TALENTOS
Postado 26/08/2010
CRIATIVIDADE, INICIATIVA E SENSO DE OPORTUNIDADE
Sempre tenho dito que iniciativa é a alavanca de todo e qualquer empreendimento vitorioso, aliada é claro à criatividade, ao planejamento e a um bom senso de oportunidade. Numa região onde não se está acostumado a grandes saltos, é gratificante esbarrar em alguns inspirados exemplos de decisão e de coragem que refletem exatamente o argumento inicial deste parágrafo.
Foi o que aconteceu comigo, hoje de manhã, enquanto me deliciava com o relaxante visual do Sitio Histórico, tomando minha Antártica no Cantinho da Zezé, sem dúvida o marco zero da gastronomia desta cidade. Tive minha atenção voltada para um velho e pachorrento Mercedes D-608 azul escancarando anúncio de legumes, verduras e frutas diretamente ao consumidor, porta a porta. Tudo fresquinho e embalado cuidadosamente na porção exata para o preparo diário. Até aí, tudo bem. Nada extraordinário. Mas, convenhamos que é muito confortável e conveniente para a dona de casa ter na frente da sua casa um ‘Sacolão’ móvel, itinerante, na maioria das vezes chegando na hora exata de uma necessidade urgente e evitando o deslocamento penoso e demorado até a loja mais próxima. Seu único trabalho é abrir o portão e escolher os produtos. Realmente, o varejão móvel é só o que faltava.
O autor da proeza é meu amigo Ivonildo, experiente caminhoneiro que agora envereda também no varejo a domicílio, para preencher sua capacidade ociosa de trabalho e propiciar melhores condições de vida para a família. Seus 2 filhos adolescentes o ajudam nas folgas escolares, numa exemplar demonstração de unidade no lar e no trabalho solidário.
Pensemos bem sobre a maravilha da iniciativa: contra todas as expectativas, podemos encontrar caminhos alternativos em qualquer área, comprovando que quando uma pessoa tem uma responsabilidade e um objetivo, os obstáculos, as dificuldades, as carências e até mesmo eventual e involuntário ócio podem, sim, ser superados. Basta querer e não esperar que o ‘milagre’ caia do céu, o velho hábito nocivo e acomodado de deixar tudo nas mãos de Deus.
O mal das pessoas é pensar que Deus tem costas largas e os alforjes empanturrados de benesses onipotentes. Tem? Claro que tem, mas não é bem assim. É preciso ousar e confiar primeiro em sua própria inteligência - que já é um dom divino - e em seu próprio esforço. Depois disso, Deus dá uma forcinha, de leve, como quem não quer nada... mas querendo.
Fernando Volpi
Postado 05/08/2010
BELMONTE A CANAVIEIRAS: PRIMEIRO TRECHO QUASE PRONTO
Já está praticamente pronto o primeiro trecho da estrada de Belmonte a Canavieiras. Abnegados operários abrem caminho em áreas desmatadas e manguezais , traçando uma linha reta até o rio Jequitinhonha.
Com autorização dos responsáveis pela empreitada e exclusivamente para informar aos moradores dos dois municípios, percorri os cerca de 13 km recentemente e constatei a qualidade dos trabalhos executados por uma equipe entusiasmada e motivada pela certeza de estar inserida numa obra esperada há anos pela população. O trecho proporciona um visual incrível e com poucas curvas. Uma pequena ponte está quase concluída na altura da Lagoa da Conceição, faltando apenas o acabamento das cabeceiras.
Posições políticas à parte, às quais na verdade não ligo a mínima, acredito que as máquinas atravessarão o Jequitinhonha e avançarão gradualmente e dentro do cronograma estabelecido, e também acredito que brevemente estaremos ouvindo os pesados tratores roncando bem perto daqui.
Não se trata de sair trator de lá e sair trator daqui. Essa obra não é uma procissão do encontro com andores e fogos de artifício. Ela é, sobretudo, o resultado de um planejamento exequível segundo o orçamento publicado, pelas autoridades constituídas, como disponível, bem como a concretização de uma velha expectativa de gente simples, dos moradores da zona rural, dos moradores urbanos, dos empresários, dos comerciantes, dos clérigos e missionários, de viajantes, de turistas, de ricos e de pobres, pois hoje em dia encurtar distância e reduzir custos não se encaixam em mumunhas políticas ou em privilégios sociais com a mesma propriedade como se ajustam à sobrevivência e ao progresso, de e para todos.
Fernando Volpi
Postado 28/07/2010
PILOTO JORGE QUE COM PERÍCIA EVITOU QUE A HÉLICE SE SOLTASSE
O PILOTO JORGE QUE COM PERÍCIA EVITOU QUE A HÉLICE SE SOLTASSE E CONDUZIU, NO TRECHO ASSOREADO E NA MARÉ BAIXA, O BARCO ATÉ PROFUNDIDADE COMPATÍVEL PARA RELIGAR O MOTOR, MESMO COM A HÉLICE FIXADA COM UM 'QUEBRA-GALHO'. APESAR DESSES INDICENTES, A VIAGEM DE LANCHA PARA BELMONTE É DESLUMBRANTE.
Fernando Volpi
Postado 28/07/2010
RODOVIA x HIDROVIA
Tenho utilizado, com razoável satisfação, dos importantes serviços de transporte fluvial no amalgamado trecho de Canavieiras a Belmonte, quase sempre compartilhando a lancha com outros usuários (o que torna a viagem mais demorada) e algumas vezes fretando o barco com exclusividade, dependendo da pressa e do horário, pois com apenas um passageiro o motor injeta mais velocidade. O percurso tem momentos de indescritível beleza. Aquela aproximação com a natureza, as reentrâncias quase sinistras dos manguezais, a precisão dos pássaros no ziguezague e no mergulho certeiro da pescaria diária e insaciável, a variedade da fauna e do verde beirando os igarapés e as histórias de cada passageiro compondo uma espontânea crônica do cotidiano simples e ingênuo, tudo isso faz a viagem parecer mais rápida e gera uma inefável sensação de paz.
Nem mesmo os eventuais transtornos gerados pela ‘maré baixa’ ou pelas colisões da hélice no leito assoreado com obstáculos imperceptíveis, nem a chuva ou o vento forte na travessia da Barra, nada disso interfere no prazer da viagem e no humor do condutor e dos usuários.
Mas, há uma expectativa um tanto pessimista quanto ao futuro desse transporte após a inauguração do trecho rodoviário entre as duas cidades. A estrada, que já beira o Jequitinhonha de lá para cá, deverá ser inaugurada, ainda com o leito de terra, dentro de um ano, pouco menos, pouco mais. Visitei as obras recentemente, autorizado pelo Gerente de Operações da empreiteira para uma reportagem a ser publicada em Agosto no jornal “TABU”, e constatei o avanço e o traçado bem planejado, retas que parecem infinitas. Se, de um lado, essa estrada irá incrementar o fluxo de turistas (a maioria em trânsito, supõe-se), agilizando ainda o transporte de carga e de passageiros, ela também extirpará de Canavieiras o constrangedor e nocivo rótulo de ‘final de linha”, e talvez resulte na retomada do farto calendário baiano de festas que faz girar a economia, em menor ou maior escala.
Todavia, na minha opinião e na de todas as pessoas sensíveis ao óbvio, o transporte hidroviário continuará sendo o vínculo mais coerente do povo com a sua própria história, com suas raízes, assim como já é o mais identificado com as suas expectativas e conveniências, enquanto ribeirinho. Mas, transporte à parte, o que deve ser levado em alta conta é que, aos turistas que aqui virão motivados pela nova estrada, estarão sempre disponíveis ali, no cais, as lanchas e seus simpáticos condutores para conduzi-los aos mágicos contornos da bacia que beira o oceano, aos quais rodovia nenhuma daria acesso. E nunca dará. Porque ali, no sagrado e misterioso labirinto fluvial, a prioridade, o direito e a vez serão sempre do motor de popa, embora alguns melhoramentos – diga-se de passagem - já se façam necessários para que mereçam esse privilégio de navegar no paraíso com segurança e serenidade, passando aos passageiros a sensação de estar em boas mãos, o que, infelizmente, vez ou outra não acontece. Afinal, de ‘sufoco’ o visitante já estará bem servido com os buracos da estrada.
Fernando Volpi
Postado 28/07/2010
MESMO QUANDO VOU A PORTO SEGURO, EUNAPOLIS ETC, PREFIRO EMBARCAR A MOTO NA LANCHA E SEGUIR DE BELMONTE EM DIANTE TRANQUILAMENTE POR UMA ESTRADA COM POUCO MOVIMENTO E EXCELENTE TRAÇADO. APENAS ALGUNS BURACOS EXIGEM MAIOR CUIDADO, MAS O VISUAL VALE A PENA. E A LANCHA POUPA MUITOS QUILÔMETROS E RISCOS. UTILIZO E RECOMENDO.
Fernando Volpi
Postado 28/07/2010
TRECHO JÁ COMPACTADO DA FUTURA ESTRADA BELMONTE-CANAVIEIRAS
TRECHO JÁ COMPACTADO DA FUTURA ESTRADA BELMONTE-CANAVIEIRAS, QUE JÁ CHEGOU AO JEQUITINHONHA, APÓS CERCA DE 13 Km DE RETAS BEM PROJETADAS. SERÁ UM LINDO PERCURSO, UM CONVITE À VIAGEM., MAS NÃO TIRARÁ A BELEZA E AS VANTAGENS DA HIDROVIA.
Fernando Volpi
Postado 28/07/2010
RESTAURANDO UM DIREITO DO BIRINDIBA
Quem passa no que sobrou da Capela de N. S. de Fátima e no entorno que antes era bem cuidado e frequentado pela comunidade, tem a impressão de estar inserido em um documentário sobre o terremoto no Chile. Mas, o abalo ali não foi sísmico. Foi, na verdade, causado pelo descaso e – atrevo-me a dizer - pelo desrespeito à história, ao dinheiro público e aos próprios moradores. Ano após ano, tudo ali veio abaixo. O que era para ser preservado foi friamente esquecido, e não há pior desgaste para um bairro ou para um bem público do que aquele gerado pelo esquecimento. Erguer e inaugurar com pompas e fanfarras não basta. É preciso conservar e dar utilidade ou finalidade social ao equipamento público.
Desde minha primeira visita à capela da Virgem de Fátima, a convite de um primo empresário local – católico roxo - fui invadido por uma vontade imensurável e, pelo visto, inesgotável de ver tudo aquilo restaurado. Enviei cartas para o então vigário, para o atual vigário, para a Diocese e para o diabo a quatro, para a Prefeitura, emails para a imprensa e cópias para alguns setores da sociedade. Como nenhuma resposta me foi dirigida, prefiro acreditar que ocorreu um extravio geral , que tudo foi tragado no sumidouro do acaso.
É de se entender. Afinal, numa cidade de esmagadora e explicável maioria evangélica reformada (não apenas na classe trabalhadora mas também na patronal), seria até pretensão minha conseguir apoio na iniciativa privada para a recuperação de uma capelinha católica e do espaço em derredor. Porém , é importante enfatizar que essas benfeitorias não atingiriam apenas os católicos, mas também toda a comunidade, evangélicos, espíritas, umbandistas e a tradicional legião de devoção miscigenada que caracteriza o surpreendente sincretismo religioso baiano. Os jovens teriam espaço para atividades culturais e esportivas, a sala de aula anexa à capelinha abrigaria cursos profissionalizantes e teria outras aplicações para o bem comum, o local estaria iluminado com a vida que lhe está sendo negada, talvez até inconscientemente (é possível).
Não vai aqui nenhum protesto. Não estou criticando ninguém, seja da situação, seja da oposição. Até concordo que a periferia vem recebendo farta atenção das autoridades e de empreendedores particulares, saia corrente, entre corrente. Só não vê isso quem é cego. Mas, como o pior cego é aquele que não quer ver, lanço aqui a idéia de uma campanha solidária pela recuperação do Birindiba, não em nome de Deus, de santos, de instituições religiosas essa ou aquela ou de qualquer corrente ideológica, mas unicamente em nome do que eu vejo, do que muita gente vê, do que o povo e o poder por ele instituído vêem: uma capelinha agonizante, uma praça entregue ao Deus dará. Basta sair do ver para o fazer. Acima de tudo, porque não estamos numa terra de cegos na qual quem tenha um olho será o rei. Até porque de “reis” a Bahia já está de saco cheio.
Fernando Volpi
Postado 13/07/2010
FERNANDO VOLPI GARIMPANDO NA PERIFERIA
ESCOLA S. CRISPIM, NO JACARÉ, A UMA HORA DE LANCHA, VENDO-SE O ABNEGADO PROFESSOR ALBÉRICO E ALGUNS DOS ALUNOS QUE JÁ RECEBERAM BOLAS E CORDAS DE PULAR, PARA A RECREAÇÃO COM EXERCÍCIOS AERÓBICOS E ATIVIDADES ESPORTIVAS. NO SEGUNDO SEMESTRE IREI SEMANALMENTE PARA ME APROXIMAR MAIS DOS ALUNOS E DE SEUS PAIS. A SIMPÁTICA SECRETÁRIA DA EDUCAÇÃO, PROFª GENITA, JÁ ME AUTORIZOU VERBALMENTE E SE COLOCOU A DISPOSIÇÃO PARA COOPERAR COM O QUE LHE FOR POSSÍVEL E PERMITIDO.
Fernando Volpi
Postado 13/07/2010

A PRECÁRIA PONTE, QUE JÁ ESTÁ SENDO TOTALMENTE RECONSTRUÍDA PELO APOIADOR SR. JOEL, COM TOTAL APOIO DA SECRETARIA DA EDUCAÇÃO, E QUE EM BREVE POSSIBILITARÁ QUE O PROFESSOR ALBÉRICO UTILIZE SUA MOTO PARA ATINGIR A OUTRA ESCOLA COM MAIOR RAPIDEZ, RESULTANDO EM MAIOR TEMPO PARA O ENSINO. E OS ALUNOS PODERÃO TAMBÉM SE DEDICAR MAIS À GINÁSTICA, NO RECREIO OU APÓS O PERÍODO REGULAR DE AULAS.
Fernando Volpi
Postado 13/07/2010
A CAPELINHA DE N.S. DE FÁTIMA , NO BIRINDIBA, QUE DEVERÁ EM BREVE SER RESTAURADA. OS CONTATOS ESTÃO SENDO REFEITOS. O OBJETIVO É REVITALIZAR AQUELE BAIRRO, A PRACINHA NO ENTORNO E AS QUADRAS ESPORTIVAS, RESGASTANDO A BOA IMAGEM QUE SEMPRE TEVE NOS VELHOS TEMPOS. ESPERAMOS PODER REINAUGURAR PARA A FESTA DE 13 DE MAIO DO ANO QUE VEM. A REVITALIZAÇÃO DA SALA DE AULA ATRÁS DA CAPELINHA TAMBÉM ESTÁ NOS PLANOS DE FERNANDO VOLPI, QUE PROCURARÁ COOPERAÇÃO NA INICIATIVA PRIVADA E NA DIOCESE, E, EVIDENTEMENTE, NA PREFEITURA.
Fernando Volpi
Postado 13/07/2010
Fernando Volpi
Tel: (73) 9924-4243
E-mail: oficinadetalentos.atitude@hotmail.com




