150 ANOS DE ATIVIDADE FOLCLÓRICA E CULTURA

150 ANOS DE ATIVIDADE FOLCLÓRICA E CULTURA



AMARUJADA DE CANAVIEIRAS

Nada melhor como lembrar uns dos folguedos de CANAVIEIRAS que mais chamou atenção da população no período do ciclo do ouro e do cacau na sua longa trajetória e foi o centro das atenções, claro! Depois do MASTRO DE SÃO SEBASTIÃO, FILARMÔNICAS e AS VELHAS. A MARUJADA! A MARUJADA de PORQUERIO DOS SANTOS, JUSÉ GUSTAVO, ATAÍDE DIEGO, AUGUSTO QUINTINO, ANTONIO FLONTINO DOS SANTOS, PEDRO DOS SANTOS, AUGUSTO PALAME, PAULO PIAU, GÉNARIO LEAL DOS SANTOS, ARISTON ROCHA, MARIA CRISPINIANA FERNANDES, AUGUSTA GOMES LIMA, ANTONIO DOS SANTOS, EDISON DOS SANTOS são tantos que não menciono no texto. A MARUJADA de canavieiras era autêntica, dentro dos padrões tradicionais, sucesso garantido nos momentos festivos da cidade, principalmente no verão quando a temperatura subia, era a novidade da época. A MARUJADA DE CANAVIEIRAS foi trazida pelo os imigrantes de VALENÇA, CARAVELAS, PRADO E PORTO SEGURO, SALVADOR, CACHUEIRA DE SÃO FELIX. Sua origem é portuguesa, Bragança, em1490 o rei Portugal Dão João II mandou construir uma nau de grande magnitude não navegável para comemorar o casamento do seu filho D. Afonso com infanta Isabel filha dos reis católicos franceses, dentro da nau um enorme salão e, aconteceu pela primeira vez uma apresentação litúrgica com característica totalmente religiosa que contava historia de aventuras e naufrágios marítimos, era inicio das grandes expedições européias e nascia A MARUJADA. Chegou à BAHIA por volta de 1798 ainda não eram conhecidos por esse nome, mas como FANDANGO, CONGADA ela só veio ganhar força no meado de 1809 quando as grandes NAUS, BARCAÇAS e NAVIOS DOIS DE JULHO, CATAMARAN, CANAVIEIRAS, ILHÉUS começaram a explorar nosso território, sendo que, os produtos mais contrabandeados, comercializados da época eram; o ouro, madeira e escravos para trabalhar nas fazendas dos senhores feudais, nesse período reforçam a cultura brasileira com a chegada do rei de Portugal Dão João 6°, com ele vieram setenta e três naus, no total de quinze mil pessoas, eram oficiais da corte, profissionais liberais, professores e artistas. Todos buscando refugio no Brasil devido à ameaça Napoleônica na EUROPA, (invasão de Portugal). Nesse período A MARUJADA ganhou impulso em todo território brasileiro devido à epopéia do mar escrito por JULIO VERNE como as vinte mil léguas submarinas, volta ao mundo em 80 dias, viajem ao centro da terra, a jangada. Obras Literárias internacional de aventuras e ficção cientifica que citavam monstros marinhos, batalhas entrem nações, piratarias, sofrimentos dos negros nos porões das naus, a chegadas em terras firmes dos marinheiros famintos e com cede por álcool e mulheres! Verdadeiros dramas dos setes mares vividos por homens heróicos que foram transformados em chulas, cantada, falada, dançada, dramatizada em celebrações por artistas simples como, pescadores, marinheiros, pedreiros e escravos. Foi o renascimento que explodiu na Europa ganhou o mundo e a dramaturgia veio junto com o folclore, Teatro de rua. “SER OU NÃO SER, ÉS A QUESTÃO”, isso é SHAKESPEARE!.

2 Janeiro - Lira

Em 1982 com apoio do ex-prefeito ALMIR MELO aconteceu a ultima apresentação da MARUJADA de CANAVIEIRAS, eu sou testemunho ocular, nada agradável, acabou de forma trágica, tipo TITANIQUE. Quatro da tarde, bairro da BIRINDIBA, local da concentração e ensaios; no TAMARINEIRO, pão de açúcar, Rua AUGUSTO QUINTINHO, todos os apostos em seus lugares, em fila indiana para apresentarem no porto grande hoje SÍTIO HISTÓRICO, no meio do caminho, nas mediações da Rua ACM, próximo a matriz SÃO BOAVENTURA, dois personagens (O PADRE CAPELÃO E O EMBAXADOR MOURO) entram em desentendimento por motivos banais, tudo por causa de uma garrafa de bituri (cachaça), outros integrantes entra na confusão, generaliza, ganha proporções maiores, A MARUJADA totalmente fora de controle do comandante da nau, nada mais nada menos do que o dirigente do folguedo, o senhor ARISTON ROCHA. Não havendo mais clima, ou melhor, interesse por parte dos integrantes, o dirigente se viu por fim na apresentação, adiar para outra ocasião, sem data determinada. Assim passaram vinte e nove anos sem A MARUJADA.

UMA BREVE LEMBRANÇA DA MARUJADA

Em 2005 no governo de PAULO SOUTO foi realizado um projeto que levou o titulo de CHAPEU DE PALHA para homenagear o povo do interior, bem sugestivo. O principal objetivo era o resgate da cultura do interior e da sustentação as tradições. Para dirigir o projeto em CANAVIEIRAS foi designada a senhora ANTÔNIA ADORNO, técnica em arte cênica, doutorada na frança, adjunto dela estava o coreografo JEFFERSON RAMOS, técnico em preparação corporal. Pesquisas foram feitas em todos os distritos de CANAVIEIRAS com finalidade de reconhecer os costumes, crenças, culinária, estória popular. Foi multada uma oficina teatral no almoxarifado da prefeitura lá concentram outras atividades artesanais como; produção de cabeçorras, aulas de artesanato indígena, criação de barracas de Bambu, produção de barcos de pano. Oportunidade nuca vista em nossa cidade e muita bem aproveitada por quem participou. Eu como assessor do secretário de cultura e responsável pela os contatos pessoais (relações publica) fiquei na condição de segundo produtor por algumas idealizações e, recebi da FUNDAÇÃO CULTURAL DO ESTADO DA BAHIA o atestado, ou melhor, o reconhecimento pelo meu serviço durante a oficina. Foram escrito cento e vinte para diversas funções a desempenhar, mas, só capacitaram trinta e duas pessoas. O projeto alcançou seu objetivo em CANAVIEIRAS, tanto que realizamos uma peça que recebeu o titulo de O QUE HÁ POR AQUIR, em homenagem ao escritor e jornalista canavieirense dos idos cinqüentas o ícone ALMIR PROTÁSIO. A peça teve uma única apresentação no ano de 2005 no dia 25 de junho na ILHA DE ATALAIA no festejo de SANTO ANTÔNIO DA ATALAIA com duzentos espectadores, trinta artistas amadores recém formados, o ponto principal do roteiro da peça era A MARUJADA, foi um sucesso adaptação da senhora ANTÔNIA ADORNO!

Marujada Canavieiras
Por: PAULO SÉRGIO BATISTA DE JESUS (Cezar)
Postado:01/03/2011




ACAZ - Associação de Capoeira Adeptos de Zumbi

Mestre Lucas – Mestre galego

Associação de Capoeira Adeptos de Zumbi foi fundada em 05 de maio de 1993 por mestre Daniel e mestre Lucas, com a missão de difundir a pratica da capoeira em canavieiras, preservando sua tradições e fundamentos filosóficos pelo Mestre PASTINHA fundador da capoeira angolana, a ‘Capoeira Mãe’ e por Mestre BIMBA criador da Capoeira Regional Baiana.

Atualmente ACAZ estar presente em diversos trabalhos cívico e social sobre a coordenação do mestre GALEGO, professor GRILO, instrutores CHUMBINHO, ISAAC e entre outros participantes, sempre contribuindo para o desenvolvimento da Capoeira e da comunidade em geral, através de aulas ministrada para crianças, jovens e adultos, visando a evolução física e técnica dos capoeiristas, alem da conscientização com os jovens que diz a respeito às drogas, a educação, família, solidariedade, procurando que se tornem bons cidadãos.

ESPORTE É VIDA.

A VITÓRIA PERTENCE ÁQUELE QUE NUCA DUVIDA DELA!

e-mail: contra mestregalego@hotmal.com
Comunidade de orkut: ACAZ Canavieiras
Mestre Lucas – Mestre galego
Postado 01/03/2011



REGIÃO DO GADO

OLARIA

Não existem dúvidas. Documentos, registros de cartório nos levam aos primeiros exploradores da REGIÃO DO GALO, as primeiras olarias foram dos SOUZAS Para se ter informações precisas a respeito de quando tudo começou e idéias conclusivas, conversamos com a senhora Maria Angélica de Souza, nascida em 1932,sergipana hoje com 75 anos. Ela nos contou que aos 15 anos de idade, trabalhou na olaria do Fundo nas margens do rio Cipó denominada REGIÃO DO GALO, isso em 1947, o proprietário era o senhor Laurindo Souza, que naquela época tinha 58 anos, trabalhava como meeiro de produção para o Senhor Antonio de ZÉ DE SOUZA, seu primo _ Nas afirmações da senhora MARIA ANGÉLICA DE SOUZA era o dono absoluto de uma área extensa de terra, começava na rua da areia ( rua ALMIR NONATO, ali existia uma lagoa) e ia uma na entrada do cubículo, Burundanga , Birindiba provavelmente toda a margem do rio cipó conhecido com REGIÃO DO GALO, área alagada que servia para criação de gado, plantio de cana de açúcar As áreas, terras BOA e ALTA na outra margem do rio plantava-se cacau e corte de madeira. Foi no período de 52, trabalhando com minha família na olaria de BIVALDO, que conheci o filho do senhor ANTONIO DE ZÉ DE SOUZA e, tive um relacionamento que durou 40 anos, tive 2 filhos que são donos de olaria (Herdeiros). Naquela época ninguém se preocupava com riqueza tudo eram simples, as pessoas viviam da pesca, do cultivo, caça criação de animais de pequeno porte para consumo, comercial e do cacau.

Ilha do Gado Canavieiras

Ora! Tendo uma casa e o que comer tava tudo bem! Com a morte do Sr. ANTONIO DE ZÉ DE SOUZA, os filhos ficaram com a herança. COBEL DE SOUZA meu marido passou a comercializar suas partes com pessoas simples para criação de olaria e dividiam o lucro, dava, vendia e outros invadiram.

Olaria - Fabrica de tijolos

PAULO SÉRGIO BATISTA DE JESUS (CEZAR)
Postado 20/11/2010



APRESENTAÇÃO DO AUTOR

Nasci em CANAVIEIRAS - BAHIA, BAIRRO BOA VISTA RUA DA PRATA N° 1257, solteiro, duas filhas, cursos: segundo grau formação geral COLÉGIO

movimento cutural

ESTADUAL PAULO SOUTO, cabeleireiro, arte plásticas, artesão, ciência e política no centro de convenções de SALVADOR em 1998. Cabeleireiro com NESTOR GERMANE MIEMBRO DE LA CONFEDERATION NTERNATIONALE DE LA COIFFURE, militante político do PC DO B, PMDB, PT, PTB desenvolveu pesquisas sobre o folclore de CANAVIEIRAS e suas tradições culturais, em 2002 coordenou uma equipe de artistas plásticos no HOTEL TRANSAMÉRICA DE COMANDATUBA para um curso de PAINT com a mestrado francesa MARRI, exerceu funções como; auxiliar administrativo no governo de BOAVENTURA CAVALCANTE em 2000, assessor para assuntos folclore e cultura no governo de ZAIRO JACQUES PINTO LOUREIRO em 2004, produtor de artes pela fundação cultual do estado da Bahia em 2005, coordenador da campanha política da vereadora Dr.THEREZINHA NIELA ROSA COSTA em 2004, 2008 coordenou campanha de JUSTINO MELO, uns dos adjuntos da campanha para prefeito de ALMIR MELO atualmente cria e coordena associação cultural de dança FREE STALY.

PAULO SÉRGIO BATISTA DE JESUS (CEZAR)
Postado 20/11/2010



PAI CARLOS

JOSÉ CARLOS BISPO DA HORA

CANDOMBLÉ

NASCEU EM, SALVADOR 18 DE DEZEMBRO DE 1951, TRINTA E SEIS ANOS DE CANDOMBLÉ, COM TODAS AS OBRIGAÇÕES PAGAS, RASPADO EM SALVADOR, o seu SANTO é OXALÁ, sua zeladora foi ORELINA DE SALVADOR.
ATIVIDADE PROFISSIONAL QUE EXERCE NO CANDOMBLÉ: JOGA BÚZIO
ENDEREÇO: RUA PROFESSORA RITA BRAGA 179
BAIRRO: TANCREDÃO
SALVADOR: RUA 25 DE DEZEMBRO N 35
BAIRRO: CIDADE NOVA.
CEL: 71 3382 3094
NAÇÃO QUE FOI RASPADO: ANGOLA

PAULO SÉRGIO BATISTA DE JESUS (CEZAR)
Postado 20/11/2010


BOI DURO DE VOVÔ


Boi Duro em Canavieiras

Conhecido carinhosamente como VOVÔ do boi duro pelos seus familiares e amigos, para o povo vovô foi um grande folclorista. Vovô iniciou sua atividade folclórica aos treze anos de idade com o mestre (NANDI) FRANKILIN LIMA. No ano de 1971 no CORDÃO DOS NEGROS. Em 1978 vovô ingressou no movimento de disciplina militar mirim (OS ESCOTEIROS), no final do ano de 1978 ele recebe o convite do prefeito ALMIR MELO para coordenar parte do projeto da GUARDA MUNICIPAL MIRIM, hoje desativada.

Seu primeiro folguedo realizado como profissional foi o BOI DURO em 1989. Herança folclórica herdado de seu bisavô FAUSTINO PEREIRA LIMA o grande criador do BOI ESPAÇO e BOI ESTRELA em 1912. VOVÔ liderava os folguedos nas datas cívica de janeiro: a tradicional LEVADA DO MASTRO DE SÃO SEBASTTIÃO, fevereiro: o carnaval DOS NEGROS FUGIDOS, junho: organizador de QUADRILHAS JUNINAS, janeiro: TERNO DE REIS com seu tradicional BOI DURO.

VOVÔ, foi secretario do PMDB era de origem humilde, a sua família é de tradição folclórica, um século e meio, passou por vários problemas na vida, devidos o alcoolismo. No final dos anos 90 perdeu o apoio político devido à crise econômica e política da região, mas, como o pouco apoio que lhe deram conseguia por o seu tradicional boi duro na rua, em1990, debilitado, sem apoio, fez sua ultima manifestação, como se estivesse pedido socorro, implorado por ajuda da sociedade, mais ninguém se prontificou se ajuda-lo ou não entendeu. Foi um episodio triste na cultura de canavieiras, VOVÔ mais um grupo de alcoólatra organizaram o boi duro sem a mínima de estrutura, foram cortejando pelas as ruas da cidade, ao chegar à ILHA DA ATALAIA foram espancados, escorraçados, poucos conseguiram escaparem por quer alcançou o manguezal, inclusive vovô. No ano de 2001, com problema de saúde, devido o alcoolismo desistiu, ou melhor, Chegou o fim da sua missão. Entra em nova fase a dramaturgia de rua, cantada, dançada e falada, com uma nova personagem, CLAUDETE LIMA DE JESUS, sua irmã, assume a liderança.

No dia 5 de janeiro de 2005 veio a falecer VOVÔ de cirrose hepática.

PAULO SÉRGIO BATISTA DE JESUS (CEZAR)
Postado 20/11/2010

QUAL A ORIGEM DO BUMBA-MEU BOI E O QUE ELE REPRESENTA?

O primeiro registro da festa apareceu em 1940 num pequeno Jornal de RECIFE chamado o CARAPOCEIRO, mas sua origem é certamente mais antiga. Alguns historiadores associam seu nascimento a expansão no do nordeste, ao ciclo do gado – quando, a partir do século XVII, o animal ganhou grande importância nas fazendas da região. A pesar do BUMBA MEU BOI ser uma manifestação típica do folclore Brasileiro. Ele lembra um pouco os autos medievais - encenações simples, com linguagem popular e, em geral falando bem contra o mal, o BOI ´dos folguedos (festa popular) mais representativa da cultura Brasileira, pos reúne traços de três grandes ramo da formação do nosso povo, europeu, indigna e africana. Afirma AMÉRICO PELLEGRINI FILHO, folclorista da universidade de SÃO PAULO, - USP, apresentações sempre ocorrem no período junino.

A ORIGEMDO BUMBA-MEU BOI

Mostra as relações desiguais entre patrão e empregado, escravos e indignas, numa sutil crítica social, existem enredos diferentes, mas numa das historias mais popular que um escravo enfrenta a fúria de senhor de engenho, apos matar um BOI da fazenda, os dois então tenta de tudo para ressuscitar o BOI, as pessoas que assistem e dançam durante as apresentações do grupo folclórico, que pode duras noras, são chamados de brincante, também dão um tom religioso a festa, pois agradecem as graças alcançadas, e fazem promessas ao BOI, o curioso é palavra BUMBA exprime um suposto som da pancada do chifre do BOI

Assim BUMBA MEU BOI significa alguma coisa mais ou menos assim. "CHIFRA MEU BOI."

ELENCO E FANTASIA

A encenação do BUMBA MEU BOI conta com diverso personagem.

O BOI

Figuras mitológicas nas mais diversas culturas, o BOI era visto por escravos, negros, indígenas, como companheiro de trabalho, símbolo de força e desistência, por isso que toda encenação gira em torno dele. A pessoa que vesti a fantasia do animal é chamado de MIOLO e seus trajes variam bastante de uma festa para outra, alguns abusam de paetês, miçangas, lantejoulas, outro preferem mais bordado com menos brilho e mais cores.

O VAQUEIRO

Ao lado de caboclos, índios e seres fantásticos como o caiporas (figura mitológica tupy), o vaqueiro é dos personagens coadjuvantes do BUMBA MEU BOI, mas conseguem impressionar pelo seu figurino, principalmente o chapéu, sendo enfeitado por largas fitas. O enredo, ele ê que avisa o dono da fazenda da morte do precioso BOI.

DONO DA FAZENDA

Também é chamado de amo ou patrão, é o senhor dono do engenho que, proprietário do BOI morto, jura vingança, contra o casal NEGO CHICO e CATARINA e exige que o animal seja ressuscitado. Em geral, a pessoa que faz esse papel também é responsável pela organização do folclórico.

NEGO CHICO E CATARINA

Depõe do BOI são os personagens principais, do auto, representa um casal de escravos ou trabalhadores rurais (dependendo do tipo de enredo escolhido) grávida CATARINA sente um enorme desejo de comer a língua do BOI mais precioso da fazenda da fazenda em que trabalha com medo que seu filho nasça coma cara da língua do animal se o seu desejo não for atendido, NEGO CHICO ou (Pai Francisco) mata o bicho para satisfazer a mulher. A personagem dela costuma ser interpretada por um homem vestido de mulher.

FONTE DE PESQUISA: revista Super interessante.
REGIÃO DO GADO

PAULO SÉRGIO BATISTA DE JESUS (CEZAR)
Postado 20/11/2010



CASO VERIDICO NO CANDOMBLÉ CABOCLO DE CANAVIEIRAS CONTADO POR: ONIAS NASCINENTO COSTA.

candoble

O seu ONIAS NASCIMENTO COSTA presenciou um dos fatos que foram noticias na região da Bahia “ASTÚCIA DO ESPÍRITO EXU GUERREIRO DAS ENCRUZILHADAS” no período da revolução de 64, o golpe militar.

Houve uma fome na região de Barreiras, quase todas os fazendeiros ricos tiveram dificuldades devido a enchentes e o golpe militar, perderam boa parte do seus gados,plantações.Quem sofreu mais foram os pequenos proprietários, os empregos e os pobres,esses últimos foram pedir socorro a DONA AMÁLIA. DONA AMÁLIA se viu sufocada diante de tantas pressões e principalmente os médiuns do terreiro que diziam: TIA, NÃO TEM NADA EM CASA PARA COMER? Com preocupação ela respondeu:- “VOU CHAMAR OS ESCRAVOS” (OS EXUS GUERREIROS DAS ENCRUZILHADAS), de repente ela caiu no chão. Todas ficaram sem saber o que fazer. Por alguns minutos pensaram que estivesse morta, logo seus olhos ficaram brilhantes como luz do sol o exu guerreiro incorporou-se e ele manifestou-se: VOCÊS ME CHARAM,VIM TRAZER TUDO PRA VOCÊS, JÁ DEI MINHA FACADA! Com espaço de meia hora chegou um homem rico provavelmente fazendeiro, amarrado pela as corta, trazido por policias e acompanhado de seus familiares. DONA AMÁLIA ainda incorporada por exu guerreiro das encruzilhadas olhou dentro dos olhos do homem e disse:- ELE VAI QUEBRAR TUDO EM CASA. O homem ficou quieto como um carneiro, perplexo.

ANTONIO CARLOS RODRIGUES MOTA

flocories

NASCEU EM CANAVIEIRAS, SETE DE SETEMBRO DE 1961.

TRINTA E UM ANOS DE SEITA DE CANDOMBLÉ, PROPAGADOR DO SAMBA DE TERREIRO E RUA, FEITO NO SANTO, SEU SANTO É OXOSSI, O SEU ZELADORA FOI MARIA JESSI.

ATIVIDADE PROFISSIONAL EXERCIDA NO CANDOMBLÉ:
CARTA E BÚZIO.

NAÇÃO QUE FOI RASPADO:
ANGOLA. MÃE VERA

Contato: (73) 9929 - 5528.



DOMINGOS GUEDES DA CUNHA

Candoble em canavieiras

NASCEU EM BELMONTE NO DISTRITO BOCA DO COIRGO EM SEIS DE AGOSTO DE 1944. CINQÜENTA ANOS DE SEITA DO CANDOMBLÉ, BURIZADO, RASPADO, LAVADO E BATIZADO, O ORIXÁ É SANTO OXALÁ, O ZELADOR É RAIMUNDO NACIMENTO SANTOS (DAS FLÔRES).

ATIVIDADE PROFISSIONAL EXERCIDA NO CANDOMBLÈ:
JOGA BÚZIO, BOTA CARTAS, INFÁ, VIDÊNCIA DE COPO E PASSO DE TRANSPORTE.

NAÇÃO QUE FOI RASPADO:
ANGOLA. PAI CARLOS

JOSÉ CARLOS BISPO DA HORA

Contato: (73) 9914 -3083



REUNIALDA ANJOS RIBEIRO DE ALMEDA

Macumba em canavieiras

NASEU EM ITABUNA EM 22 DE DEZEMBRO DE 1964, QUINZE ANOS DE RASPADA, JÁ COM TODAS SUAS OBRIGAÇÕES COMPRIDAS, RASPADA NO RIO DE JANEIRO, SEU SANTO É IANSÃ DO BALÉ. SEU ZELADOR FOI MARLENE OMOLÚ.

ATIVIDADE EXERCIDA PROFISSIONAL NO CANDOMBLÉ:
BÚZIO E CARTA

NAÇÃO QUE FOI RASPADA:
QUETO

Contato: 9954 6681 – 8132 1393




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PAULO SÉRGIO BATISTA DE JESUS (CEZAR)
Postado 14/10/2010

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